Professores

A NOSSA EQUIPA DE PROFESSORES

Temos muito orgulho em afirmar que a escola sempre contou com um leque de professores de excelência nas suas respetivas áreas.

Carlos Avilez

Carlos Avilez

Diretor / Interpretação

Estreou-se como ator na Companhia Rey Colaço – Robles Monteiro, onde esteve 9 anos. Em 1965, foi um dos fundadores do Teatro Experimental de Cascais. No TEC e com o TEC saltou fronteiras, apresentando alguns dos seus espetáculos em Espanha, França, Itália, Hungria, Brasil, Estados Unidos da América, Japão, Angola e Moçambique. Foi bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian, trabalhou em França com Peter Brook e Jerzi Grotowsky, na Polónia, com uma bolsa concedida pelo Instituto da Alta Cultura. Em 1970, foi Diretor Artístico e responsável pelo dia consagrado a Portugal na Expo’70 – Osaka, no Japão. A representação portuguesa, era integrada por 273 artistas portugueses. Foi nomeado em 1979, conjuntamente com Amélia Rey-Colaço, para dirigir a “Companhia Nacional de Teatro I – Teatro Popular”, sediada no Teatro S. Luiz. Carlos Avilez faz, também, uma incursão no teatro lírico. De entre as óperas que encenou no Teatro Nacional de S. Carlos, destacam-se Carmen, Contos de Hoffmann, Kiu, As Variedades de Proteu, Ida e Volta e O Capote. Mais recentemente encenou Inês de Castro, para Coimbra – Capital Nacional da Cultura 2002, no espaço ao ar livre do Páteo das Escolas da Universidade, bem como em Alcobaça, na fachada do Mosteiro. Também encenou as óperas O Barbeiro de Sevilha, La Traviatta, Madame Butterfly, Tosca e Don Giovanni em diversos pontos do país. No Teatro Nacional D. Maria II dirigiu Pedro, o Cru, Guerras de Alecrim e Mangerona, Fígados de Tigre, O Leque de Lady Windermere, Ricardo II, O Crime da Aldeia Velha, A Maçon e Real Caçada ao Sol. Dirigiu a peça Amadeus, de Peter Shaffer, a convite da Árvore e Sociedade Porto 2001, Capital Europeia da Cultura, na Companhia Seiva Trupe. Foi Presidente do Instituto de Artes Cénicas, Diretor do Teatro Nacional D. Maria II e Diretor do Teatro Nacional de S. João. Fundou a Escola Profissional de Teatro de Cascais, a cuja Direção pertence, integrando, também, o corpo docente. Foi agraciado com a Comenda da Ordem do Infante D. Henrique. Já lhe haviam sido atribuídas as Medalhas de Honra e Mérito Municipal da Câmara Municipal de Cascais, de Mérito Cultural da Secretaria de Estado da Cultura e da Associação 25 de Abril e a Medalha de Mérito Cultural da Vila de Óbidos. O seu trabalho de encenador tem sido distinguido com vários prémios: logo no início da carreira, o “Prémio António Pinheiro”, do SNI e o “Prémio de Imprensa”, pela encenação de D. Quixote, aos quais viria a somar, ao longo dos anos, prémios da crítica e de vários órgãos de comunicação social, de que se destacam vários “Se7e”, “Nova Gente” e “Globos de Ouro”. Prémio da Crítica 2015 – Distinção Particular ao Teatro Experimental de Cascais e a Carlos Avilez. Prémio Carreira e Obra da Sociedade Portuguesa de Autores.

Beatriz Batarda

Beatriz Batarda

Interpretação

Beatriz Batarda (1974) é atriz, encenadora e professora de interpretação. Foi bolseira do Ministério da Cultura entre 1997/2000, ano em que finalizou o BA (Hons) Acting na Guildhall School of Music and Drama em Londres. Em 1986 estreia-se em cinema num filme de João Botelho, e desde então trabalhou com os realizadores Manoel de Oliveira, José Álvaro de Morais, Marco Martins, João Canijo, Vicente Jorge Silva, Jeanne Waltz, Cláudia Varejão, Ivo Ferreira, Margarida Cardoso, Gonçalo Galvão Telles, João Mário Grilo, Mark Brozer, Andy Wilson, Mike Dowse, Thomas Vincent, Erik de Bruyn , Christine Laurent, Teresa Villaverde, Bille August, Stan Douglas, entre outros. Estreia-se no teatro em 1994 com o Teatro da Cornucópia. Trabalhou com os encenadores Carlos Pimenta, Ana Tamen, Rui Mendes, Carlos Aladro, João Perry, Miguel Loureiro, Cristopher Morahan, Steven Unwin, Joseph Blatchley, entre outros, destacam-se as recorrentes colaborações com Luis Miguel Cintra e Marco Martins. Das suas encenações, destacam-se as peças Olá e Adeusinho, Azul Longe nas Colinas, Uma Bizarra Salada, Como Queiram, A Conquista do Pólo Sul e Todo o Mundo É um Palco (encenação partilhada com Marco Martins) e a sua colaboração regular com o Arena Ensemble, do qual é cofundadora. O seu trabalho na área da representação, em cinema e teatro, tem sido premiado e reconhecido no país e no estrangeiro. Dedica-se, também, desde 2005, ao ensino de Técnicas de Representação nas escolas ESAD – Escola Superior de Arte e Design, ACT – Escola de Atores e na EPTC – Escola Profissional de Teatro Cascais. É cofundadora da Casa Bernardo Sassetti e do Projeto Artístico Arena Ensemble.

Teresa Côrte-Real

Teresa Côrte-Real

FCT - Formação em Contexto de Trabalho

Teresa Côrte-Real lecciona a cadeira de Expressão Dramática na Escola de Dança de Ana Manjericão de 1989 a 2014 e desde 2008 que é professora FCT na Escola Profissional de Teatro de Cascais.

 

1971-72 – Estreia em Teatro, no papel de Columbina na peça Pinóquio, com encenação de António Cabo (Teatro Monumental).

 

Desde 1975, com  A Morgadinha dos Canaviais, colaborações regulares em teatro radiofónico.

 

Em 1982, com Porque Hoje é Sábado, inicia a sua actividade televisiva.

 

Em 1987 termina o  Curso de Formação de Actores da Escola Superior de Teatro e Cinema.

Passando por Teatro Nacional D. Maria II, Grupo Persona, Teatro Ibérico. Comuna – Teatro de Pesquisa, Teatro Maria Matos e Teatro Experimental de Cascais, onde se encontra desde 1991, fez autores como Camilo Castello Branco,  Beaumarchais, Valle-Inclán, Mishima, Beth Henley, Feydeau, António Ferreira, Molière, António Patrício, Alice Vieira, Miguel Rovisco, Bernardo Santareno, Roberto Cossa, Collin Higgins, Jean Genet, Gil Vicente, Orlando Neves, Priestley, Philipe Minyana, Luiz Francisco Rebello, Copi, Dumas Filho, Yves Jamiaque, Luís Fonseca, Maria do Céu Ricardo, Miguel Torga, Ronald Harwood, Carlos J. Pessoa, Moises Kaufman, Jorge Guimarães, Gombrowicz, José Jorge Letria, Tennessee Williams, Didier Kaminka, Natália Correia, Shakespeare, René Obaldia, Maria Clara Machado, Alejandro Casona, Arnold Wesker, Augusto Sobral, Teixeira de Pascoaes, Tom Stoppard, Arthur Miller, Bernard-Marie Koltés, Joseph Kesselring, Guerra Junqueiro e Guilherme de Azevedo,Renato Pino, Nazareth Almadanim e Paulo B. e Teresa Côrte-Real e Sérgio Silva, Peter Weiss, Chico Buarque, Manuela de Azevedo, Miguel Graça, Ramón del Valle-Inclán, Henrik Ibsen, Fernando Arrabal, Fiódor Dostoiévski, James Matthew Barrie, Luís de Camões.

 

Tendo trabalhado com os seguintes encenadores:

António Cabo, Ruy de Matos, Blanco Gil, João Canijo, Álvaro Correia, Carlos Pessoa, Alberto Villar, Renato Pino, João Mota e Carlos Avilez.

 

Sendo assistente de encenação dos seguintes espectáculos:

Diário de Anne Frank, Pedras nos Bolsos, Noite de Anões, Com a Pistola de Antero, Doce Pássaro da Juventude, Solidão de um Guarda-Redes, Sonho de uma Noite de Verão.

 

Encenou os seguintes espectáculos:

Temperantia – Estou de Dieta de Ricardo Boléo, Falar Verdade a Mentir de Almeida Garrett.

 

 Cinema:

O Jovem Toscanni de Franco Zeffirelli, Os canibais de Manoel de Oliveira, Para Além da Memória         

de Miguel Babo, Erros Meus Má Fortuna Amor Ardente de Tiago Durão.

 

Ana Coelho

Ana Coelho

História da Cultura e das Artes

É licenciada em História, variante de História da Arte pela FCSH-UNL (1993). Estudou História do Teatro Contemporâneo, tendo concluído o Mestrado em História da Arte, especializando-se em Arte Moderna e Contemporânea (FCSH-UNL, 1997). É docente na EPTC desde 1998, leccionando as disciplinas de Estética Teatral, História do Teatro e História da Cultura e das Artes. Desde o início da sua atividade tem desenvolvido trabalho como orientadora teórica das Provas de Aptidão Profissional.

André Leonor

André Leonor

Psicologia

Professor de Filosofia e Psicologia desde 2000, leciona Psicologia na Escola Profissional de Teatro de Cascais desde 2014. Licenciado em Filosofia pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e em Psicologia e pelo Instituto Superior de Psicologia Aplicada. Coautor dos manuais escolares Ser no Mundo 10 e Ser no Mundo 11 (Filosofia) e do Caderno de Atividades do manual Nós (Psicologia), da Areal Editores. Estreou-se no palco em 2017 com a Miniconferência para miúdos curiosos sobre Utopia, produzida pelo Teatro Maria Matos.

Helena Vascon

Helena Vascon

Movimento

Natural de Lisboa, possui o Curso de Dança da Escola de Dança do Conservatório Nacional de Lisboa.

 

Obteve pela Imperial Society of Teachers of Dancing o grau de Licenciate da Imperial Classical Ballet Faculty, e o grau de Mestre em Educação Artística pela Escola Superior de Educação de Lisboa.

 

Destaca na sua formação o próspero aprofundamento técnico-artístico da dança clássica pela influência do Mestre Tony Hulbert, de quem foi companheira e assistente até à data do seu falecimento.

 

Foi bailarina do grupo Oficina Teatro Dança e da Companhia Dança Grupo, integrou elencos de Danças Históricas e dançou em peças de teatro para televisão. Participou como bailarina nos filmes “O Mistério da Estrada de Sintra” e “A Corte do Norte”.

 

Tem trabalhado como Coreógrafa e Consultora de Movimento para o Teatro Experimental de Cascais.

 

Leciona na Escola Profissional de Teatro de Cascais desde 2000, as disciplinas de Movimento e Educação Física/Dança, do Curso Artes de Interpretação.

 

Exerce atualmente as funções de Diretora e professora de dança clássica na Academia Sulydance.

Carlos Nicolau Antunes

Mestrado em Encenação pela Middlesex University, Londres e Estudos de Qualificação Avançada pela GITIS, Academia Russa de Arte Teatral, Moscovo. Tem viajado e estudado a arte do actor por diversos países e culturas, por onde tem também partilhado os seus conhecimentos. Leccionou a tempo integral na Licenciatura e no Mestrado do Departamento de Teatro da Universidade de Évora durante quatro anos. Tem colaborado pontualmente em Portugal com o ISPA-IU, a Universidade do Minho e a Universidade Nova, a Universidade de Campinas – Unicamp no Brasil e a Srinakarinwirot University, Bangkok Tailândia. Investiga sobre os processos psicofísicos do actor.

Carlos Nicolau Antunes

Carlos Nicolau Antunes

Movimento

Mestrado em Encenação pela Middlesex University, Londres, e Estudos de Qualificação Avançada pela GITIS, Academia Russa de Arte Teatral, Moscovo. Tem viajado e estudado a arte do ator por diversos países e culturas, por onde tem também partilhado os seus conhecimentos. Leccionou a tempo integral na Licenciatura e no Mestrado do Departamento de Teatro da Universidade de Évora durante quatro anos. Tem colaborado pontualmente em Portugal com o ISPA-IU, a Universidade do Minho e a Universidade Nova, a Universidade de Campinas – Unicamp no Brasil e Srinakarinwirot University, Bangkok Tailândia. Investiga sobre os processos psicofísicos do ator.

Rita Calçada Bastos

Rita Calçada Bastos

Interpretação

Rita Calçada Bastos trabalha profissionalmente como atriz desde 1999. Concluiu a licenciatura em Formação Atores/Encenadores em 2006 na Escola Superior de Teatro e Cinema. No Teatro tem trabalhado com vários encenadores: Carlos Avilez, Carlos Pimenta, Nuno M. Cardoso, Carla Bolito, Carlos António, Martim Pedroso, António Feio, João Brites, José Wallenstein, Álvaro Correia, Nuno Pino Custódio, Luca Apprea, Martim Pedroso, Pedro Gil, entre outros, e com a coreógrafa Olga Roriz. No Cinema fez várias curtas-metragens, e longas como Felicitações Madame de Olga Roriz. Em Televisão encontram-se projetos como: Todo o Tempo do Mundo, O Testamento, Liberdade 21, Feitiço de Amor, Morangos com Açúcar, Belmonte, O Sábio, entre outros. Começou o seu trabalho enquanto encenadora em 2007 com Grandes Sinais, criação de sua autoria, e uns anos mais tarde encenou Alma, a partir de Summer and Smoke de Tenessee Williams. Está neste momento a preparar o seu regresso à encenação. Leciona desde há vários anos aulas de Interpretação em várias escolas e mais recentemente na Escola Profissional de Teatro de Cascais. Os seus mais recentes projetos como atriz são os espetáculos A Meio da Noite, uma homenagem a Ingmar Bergman, da Companhia Olga Roriz e Don Juan Esfaqueado na Av. da Liberdade, de Pedro Gil, neste momento, em digressão pelo país.

Miguel Seabra

Miguel Seabra

Interpretação

Licenciado em Teatro, Curso de Formação de Actores, pela Escola Superior de Teatro e Cinema (Lisboa, Portugal) em 1992.

Nesse mesmo ano funda o Teatro Meridional (www.teatromeridional.net), Companhia que dirige e que tem marcado o seu percurso artístico como Actor, Encenador, Designer de Luz, Formador e Produtor.

Na TV trabalhou em Pedro e Inês (Realiz. João Cayatte, 2005), Equador (André Cerqueira, 2008) e Sul (Ivo M. Ferreira, 2018) e no cinema nos filmes Coitado do Jorge (Jorge Silva Melo, 1993), Uma Cidade Qualquer, (Joaquim Leitão, 1994), Logo Existo (Graça Castanheira, 2006), Singularidades de uma Rapariga Loura (Manoel Oliveira, 2009), Tejo (Henrique Pina, 2010), Al Berto (Vicente Alves do Ó, 2016) e Parque Mayer (António Pedro Vasconcelos, 2018).Lecciona regularmente acções de formação sobre o trabalho do actor, nomeadamente no Teatro Meridional, na ACT – Escola de Actores, na EPTC e no Mestrado de Teatro e Educação da Escola Superior de Educação de Lisboa.  Está directamente ligado a todas as distinções recebidas pelo Teatro Meridional entre as quais destaca o Prémio Europa de Teatro – Novas Realidades Teatrais 2010, atribuído ao percurso artístico do Teatro Meridional.

Rita Lello

Rita Lello

FCT - Formação em Contexto de Trabalho

Rita Lello é Doutoranda em Artes – Artes Performativas e Imagem em Movimento da FBAUL, Pós Graduada em Teatro e Comunidade na ESTC, formada em Tradução pelo ISLA e em Teatro pelo IFP com Aldona Skiba-LIckel, Rita Lello desenvolve deste 1994 trabalho em Teatro nas vertentes de Actriz, Encenadora, Tradutora e Professora. Trabalhou regularmente com Mário Viegas e António Feio, que considera duas referências fundamentais e passou por companhias como a Cornucópia, Teatro Experimental de Cascais, Primeiros Sintomas, Teatro do Bolhão e Teatro Extremo. Numa colaboração mais continuada esteve com Juvenal Garcês na Companhia Teatral do Chiado entre 1994 e 2010 e esteve na Barraca entre 2008 e 2019. Como actriz trabalhou autores com Shaffer, Horovitz, Jamiaque, Strindberg, Shaw, Pomerance, Sófocles, Tennessee Williams, Shakespeare, Jasmina Reza François Veber, Sam Sheppard, Charles Busch, Stau Monteiro, Saramago, Lorca e Watanabe. Encenou e traduziu ou adaptou autores como Strindberg, Sam Sheppad, Jean-Claude Carrière, Tennessee Williams e Gabriel Garcia Marquez. Para a Infância escreveu A Princesa do Amor de Sal – uma versão de O Rei Lear – e Processo: Fadas/Cottingly 1917/2017, um espectáculo documental sobre o Caso das Fadas de Cottingley e adaptou Saramago e Aquilino Ribeiro. Em televisão trabalha desde 1998 nos vários canais tendo desenvolvido actividade como actriz em novelas e séries das quais destaca Liberdade 21 e Filhos do Rock e como directora de actores em projectos como Conta-me Como Foi, Bem Vindos a Beirais na RTP  e Paixão, Nazaré e Amor Amor na SIC. Escreveu para a secção de Opinião no Diário Económico. Foi entre 2010 e 2019 Professora de Interpretação, Dramaturgia e Cinema e Vídeo e coordenadora da Formação em Contexto de Trabalho e das Provas de Aptidão Profissional do Curso Profissional de Artes do Espectáculo do IDS/A Barraca em Lisboa. É Professora de FCT no Curso AEI da Escola Profissional de Teatro de Cascais e é Docente de Interpretação e Estética na Licenciatura de Teatro e Artes performativas na Universidade de Trás os Montes e Alto Douro.

 

Paula Cristina Baptista

Paula Cristina Baptista

Psicologia

1. Formação Académica:
– 1982-1986 – Licenciatura em Filosofia, pela Universidade Católica Portuguesa – Lisboa
– 1991-1992 – Profissionalização em Exercício, pela Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade de Lisboa
– 1994-1996 – Pós-Graduação em Filosofia – “A Ação na Filosofia Ocidental: Ética, Política e Religião, pela Universidade Católica Portuguesa – Lisboa
– 2008 – Conclusão do Curso “Filosofia com crianças e outras idades”, pela Associação de Professores de Sintra – Sintra
– 2008 – Participação na “Oficina de Filosofia Prática” (Vertente Aconselhamento Filosófico, Prof. Doutor Oscar Brenifier, Languagecraft – Línguas, Artes e Cultura – Lisboa
– 2008 – Participação no “Seminário Internacional – Art of Questioning”, Institut de Pratiques Philosophiques – Prof. Doutor Oscar Brenifier – França e Certificação em Aconselhamento Filosófico.

2. Experiência Profissional:
– 1986-1988 – Escola Secundária de Cascais – docente de Filosofia
– 1987 até ao presente – Salesianos do Estoril – Escola – docente das disciplinas de Filosofia e de Psicologia B; diretora de turma; coordenadora do curso de Ciências e Tecnologias; Coordenadora do Secretariado de Exames; Diretora do Ensino secundário; Diretora Pedagógica.
– 1995 até ao presente – Escola Profissional de Teatro de Cascais – Formadora nas disciplinas de Psicologia, de Área de Integração e de Sociologia; Orientadora das Provas de Aptidão Profissional dos alunos finalistas (2006 – Alice, de Lewis Carroll; 2007 – A Cozinha, de Arnold Wesker)

Claudia Nóvoa

Claudia Nóvoa

Movimento

Aos seis anos começou a sua formação em dança com o professor Pirmin Treku, no Porto onde fez os exames da Imperial  Society of Teachers of Dancing.

Em 1985 decidiu fazer da dança a sua profissão e integrou o elenco do Ballet Gulbenkian como bailarina, onde permaneceu até à sua extinção em 2005. Ali, teve a oportunidade de trabalhar com inúmeros coreógrafos, tais como Mats Ek, Natcho Duato, Ohad Naharin, Itzik Galili, Gagick Ismailian, Olga Roriz, Jiri Kilian, Rui Horta, Vera Mantero, Paulo Ribeiro, Clara Andermatt, Mauro Bigonzetti, Vasco Wellemkamp, Hans Van Manen, Cristopher Bruce, Didy Veldman, R. Pederneiras, Angelin Prejlocaj, Hervé Robbes, o encenador Ricardo Pais, entre outros. Mestres importantes foram:  Jorge Salavisa, Ivan Kramer, Jorge Garcia, Alphonse Poulin, Irena Milovan, Kasuko Hirabayashi, Carlos e Ulrika Caldas.

Em 2005 frequentou o Programa Gulbenkian de Criatividade e Criação Artística, onde trabalhou com Mathilde Monnier, Francesca Lattuada, Lisa Nelson, Thierry Bae, Lia Rodrigues, Anne Collod, Laurence Loupe, Louis Touzé, Sérgio Pelágio, e Daniel Worm

Em 2007 completou uma pós-graduação em Educação pela Arte.

Criou espectáculos como  “A Emoção da Mariposa Pairando Sobre uma Cascata de Pensamentos” ,  “Solidão aos Molhos, Solidão Fria, Nuvens de Solidão, Solidão com Todos”,  “Beladepasmar”,  “Berna, nº49 Kramgasse”, “Ela e o Mundo, o Mundo Nela”,  “Olhos de Areia”  “Mar de Gente, Mundo Mar” ,  “ Amor  aos  Retalhos”  e “Uma Certa Portugalidade”

Desde 2010  colabora com Teatro Aberto, coreografando para peças como “ O Senhor Puntila e o seu criado Matti” , “Purga” , “O Preço”, ”O Pai”,  “Amor e Informação”, ”Pelo prazer de a voltar a ver”, “Venus de Vison” ,  “Toda a Cidade Ardia” e a ópera “Três Mulheres com Máscara de Ferro”.

Coreografou “Flic-Flac” de João Martins, com atletas de alta competição de ginástica, artistas de circo e bailarinos e ainda “Almenara” (2016) de Jorge Gomes

Colaborou com Marco Martins em Natureza Fantasma, com a Companhia Maior.

Encenou em conjunto com José Carlos Garcia e o elenco “Electra”, “ATM”, ” Hamlet” e “Napoleão “para a Companhia do Chapitô

Desde  2005  tem leccionado  em  diferentes  escolas  e  serviços educativos,  e realizando uma série de oficinas de dança, das quais destaca os projectos “ Dançar  Matemática”,  concebido  em conjunto  com duas  professoras  de  Matemática   e  realizado  com  alunos  da  Escola Secundária de Vialonga, e “Dançar o Silêncio” concebido com um ex-aluno surdo, destinado a crianças ouvintes sobre o mundo dos surdos.

Nos últimos 16 anos  leccionou na Escola Profissional do Chapitô, onde tem criou diversos espectáculos, destacando “Etapas e Utopias- um sonho de Liberdade”

De 2016 a 2021 fez a direção artística de um projeto de circo, no Centro Educativo Padre António Vieira com jovens reclusos, realizando vários espetáculos

Hugo Reis

Hugo Reis

Voz
Hugo Neves Reis – Professor de Voz
Nasceu em 1975, começou a estudar piano aos 9 anos.
Mais tarde, estuda orgão de tubos, guitarra, bateria, contrabaixo, trombone e guitarra portuguesa.
Desde cedo começa a compor bandas sonoras para teatro e pequenos filmes, bem como canções várias. Divide-se ainda pelo desenho de som e luz e direcção técnica de espectáculos-
Após uma incursão forçada por Ciências Farmacêuticas, faz formação em técnico de som na ETIC e  cursa Composição, Direcção de Orquestra e Engenharia de Som na Royal Academy of Music, em Londres.
Colabora com várias companhias de teatro, estúdios, eventos, televisão e cinema.
Membro da A.E.S., Audio Engineering Society, colaborador da Dolby Labs, Abbey Road Studios e programador da Kurzweil.
É professor de técnica vocal na Escola Profissional e Teatro de Cascais.
Actualmente exerce actividades diversificadas na área do audiovisual e da música, compondo, tocando, produzindo, desenho de som, direcção técnica,  mas especialmente, na correcção acústica de salas, calibração de sistemas de amplificação stereo e multicanal, mistura e masterização de audio surround, em vários formatos e para várias plataformas, (ao vivo, cinema, televisão, CD, DVD, BluRay, …).

 

Ana Cristina Jesus – Português

Duarte Cortez – Integração

Filipa Gomes – Inglês

Ligia Costa – Inglês

Ana Ester Neves – Voz

Miguel Graça – Dramaturgia

Mónica Alves – Movimento

Ana Nave – FCT – Formação em Contexto de Trabalho

Teresa Sobral – Interpretação