Claudia Nóvoa

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Claudia Nóvoa

Movimento

Aos seis anos começou a sua formação em dança com o professor Pirmin Treku, no Porto onde fez os exames da Imperial Society of Teachers of Dancing.

Em 1985 decidiu fazer da dança a sua profissão e integrou o elenco do Ballet Gulbenkian como bailarina, onde permaneceu até à sua extinção em 2005. Ali, teve a oportunidade de trabalhar com inúmeros coreógrafos, tais como Mats Ek, Natcho Duato, Ohad Naharin, Itzik Galili, Gagick Ismailian, Olga Roriz, Jiri Kilian, Rui Horta, Vera Mantero, Paulo Ribeiro, Clara Andermatt, Mauro Bigonzetti, Vasco Wellemkamp, Hans Van Manen, Cristopher Bruce, Didy Veldman, R. Pederneiras, Angelin Prejlocaj, Hervé Robbes, o encenador Ricardo Pais, entre outros. Mestres importantes foram: Jorge Salavisa, Ivan Kramer, Jorge Garcia, Alphonse Poulin, Irena Milovan, Kasuko Hirabayashi, Carlos e Ulrika Caldas.

Em 2005 frequentou o Programa Gulbenkian de Criatividade e Criação Artística, onde trabalhou com Mathilde Monnier, Francesca Lattuada, Lisa Nelson, Thierry Bae, Lia Rodrigues, Anne Collod, Laurence Loupe, Louis Touzé, Sérgio Pelágio, e Daniel Worm

Em 2007 completou uma pós-graduação em Educação pela Arte.

Criou espectáculos como “A Emoção da Mariposa Pairando Sobre uma Cascata de Pensamentos” , “Solidão aos Molhos, Solidão Fria, Nuvens de Solidão, Solidão com Todos”, “Beladepasmar”, “Berna, nº49 Kramgasse”, “Ela e o Mundo, o Mundo Nela”, “Olhos de Areia” “Mar de Gente, Mundo Mar” , “ Amor aos Retalhos” e “Uma Certa Portugalidade”

Desde 2010 colabora com Teatro Aberto, coreografando para peças como “ O Senhor Puntila e o seu criado Matti” , “Purga” , “O Preço”, ”O Pai”, “Amor e Informação”, ”Pelo prazer de a voltar a ver”, “Venus de Vison” , “Toda a Cidade Ardia” e a ópera “Três Mulheres com Máscara de Ferro”.

Coreografou “Flic-Flac” de João Martins, com atletas de alta competição de ginástica, artistas de circo e bailarinos e ainda “Almenara” (2016) de Jorge Gomes

Colaborou com Marco Martins em Natureza Fantasma, com a Companhia Maior.

Encenou em conjunto com José Carlos Garcia e o elenco “Electra”, “ATM”, ” Hamlet” e “Napoleão “para a Companhia do Chapitô

Desde 2005 tem leccionado em diferentes escolas e serviços educativos, e realizando uma série de oficinas de dança, das quais destaca os projectos “ Dançar Matemática”, concebido em conjunto com duas professoras de Matemática e realizado com alunos da Escola Secundária de Vialonga, e “Dançar o Silêncio” concebido com um ex-aluno surdo, destinado a crianças ouvintes sobre o mundo dos surdos.

Nos últimos 16 anos leccionou na Escola Profissional do Chapitô, onde tem criou diversos espectáculos, destacando “Etapas e Utopias- um sonho de Liberdade”

De 2016 a 2021 fez a direção artística de um projeto de circo, no Centro Educativo Padre António Vieira com jovens reclusos, realizando vários espetáculos/p>

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